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Censura na MadeiraAndamos nós para aqui preocupados com certos tiques do nosso querido Eng. PM e na Madeira, aquele que é cá líder da oposição, aperta a malha da censura. Todos os outros recebem com um lapso de cinco minutos e os ditos "colaboradores directos do Presidente" têm ordem para mandar suspender a emissão caso se passam "cenas desprestigiantes". São portanto censores que de uma forma arbitraria decidem o que a população pode ver e o que não pode ver. É portanto censura, não há outra forma de o colocar. Por outro lado.... Quando se põem a falar de regionalização e brincadeiras afins convém estudar bem os custos associados e os orçamentos destes órgãos e orgãozitos que têm direito a emissões televisivas, régies e, pelos vistos, também funcionários censores com linhas directas à régie para emanar ordens de corte. Salvação do BPP, índice de filiação ou de liquidezA lista de bancos que participaram na "salvação" do BPP patrocinada pelo Banco de Portugal e os muitos milhões de euros com que contribuiram parece ser um misto de ranking de filiação política (ou necessidade de obediência) e liquidez.
Sobre este tema: TorgaCoimbra, 1 de Março de 1933 - Continuam as matanças de gatos, à mocada, cá na república. Uma selvajaria. Só quem assiste a isto pode avaliar o que é um homem primitivo. Não há Universidade que nos tire da idade da pedra lascada. (Miguel Torga, Diário I) "Please bend over", "Confidence is restored"Não sei quem é o autor, no blog onde encontrei não faziam menção. Está verdadeiramente soberbo!
De Cavalo para BurroCostumo dizer na brincadeira que quando se passa de Burro para Cavalo mal se dá conta, parece uma transição normal. Agora quando se passa de Cavalo para Burro, ai sim, é um problema grave, todos esperneiam e estrebucham. O problema mais difícil de resolver que iremos enfrentar nos próximos anos será o reajuste de expectativas, a questão é saber se voltamos aos anos oitenta ou sessenta. Sobre este assunto é particularmente interessante ler este artigo. via Blasfémias Irresponsabilidade
Com a subida do preço de petróleo e outros bens de primeira necessidade, os casos de incumprimento nos empréstimos bancários sobre a habitação aumentaram significativamente, os riscos assumidos pela banca fizeram com que esta entrasse em falência técnica. Com medo de um colapso total da banca e de uma profunda recessão económica os governos pelo mundo fora vieram avalizar o crédito à banca. Agora são os governos que imploram à banca que continue com as práticas de atribuição irresponsável de crédito. E assim se tudo correr bem, ou melhor, como eles querem, a bolha vai continuar a inchar, e inchar, e a ficar ainda mais fétida. Quando estoirar não são só os bancos que vão bancarrota, serão também os estados. Já é NatalNoodlesChef chinês faz noodles como se fosse a coisa mais simples do mundo. O que mais me irrita? A (quase) total ausência de farinha na camisa vermelha! via boing boing |
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